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Aposentadoria Especial: Tudo o que você precisa saber

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Aposentadoria especial sob risco

Sumário

A aposentadoria especial é exclusiva de algumas profissões?

A aposentadoria especial é um benefício previdenciário destinado a trabalhadores em geral expostos a agentes nocivos à saúde. É um direito social previsto na Constituição Federal e na legislação infraconstitucional para proteger profissionais que trabalham em ambientes insalubres ou perigosos.

Dessa forma, esses profissionais conseguem reduzir o tempo de contribuição para a obter a aposentadoria.

Há três categorias de aposentadoria especial – 15, 20 ou 25 anos que se distinguem pelo tempo de contribuição e de exposição aos agentes nocivos.

E, para obter o benefício, o trabalhador precisa preencher requisitos específicos, como a exposição a agentes nocivos à saúde ou à integridade física pelo tempo mínimo de cada categoria.

Já a exposição aos agentes nocivos o segurado comprova por meio de documentos como o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) e o Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho (LTCAT).

Mas , além disso, o profissional ainda precisa cumprir a carência mínima de 180 contribuições mensais ao INSS.

 

Qual a importância da periculosidade e insalubridade na aposentadoria especial?

Primeiramente, cumpre reiterar que a periculosidade e a insalubridade são aspectos-chave no contexto da aposentadoria especial.  Ambas descrevem as condições específicas de trabalho que podem ser prejudiciais à saúde ou à integridade física do trabalhador.

Por um lado, a periculosidade descreve a exposição a riscos iminentes e potencialmente fatais, decorrentes de atividades que envolvam materiais explosivos, inflamáveis, energia elétrica, entre outros.

Assim, um exemplo de atividade periculosa é a manipulação de substâncias inflamáveis em postos de combustíveis.

Por outro lado, a  insalubridade  define as condições de trabalho que, pela sua natureza ou intensidade, podem causar danos à saúde do trabalhador. Os prejuízos podem surgir pela exposição do trabalhador a agentes nocivos como ruídos excessivos, calor, frio, umidade, poeiras, produtos químicos e agentes biológicos.

Um exemplo de atividade insalubre é a atuação de profissionais que trabalham com a coleta e tratamento de resíduos sólidos. Nessa atividade, a insalubridade decorre da exposição a agentes químicos e biológicos nocivos à saúde.

 

O grau de risco e a aposentadoria especial

O grau de risco de uma atividade é uma classificação que avalia a probabilidade e a gravidade de acidentes e doenças ocupacionais associadas ao desempenho de determinada função.

Essa classificação leva em consideração fatores como a exposição a agentes nocivos, as condições de trabalho e as medidas de segurança adotadas no ambiente laboral.

O grau de risco é dividido em três categorias: mínimo, médio e máximo. Atividades com grau de risco mínimo apresentam baixa probabilidade de causar danos à saúde ou integridade física do trabalhador. Já atividades com grau de risco médio apresentam riscos moderados e controláveis.

Consequentemente, atividades com grau de risco máximo indicam alta probabilidade de ocorrência de acidentes e doenças ocupacionais graves.

Por isso, essa categoria requer a adoção de medidas preventivas e protetivas rigorosas para garantir a saúde e segurança dos trabalhadores.

 

O grau de risco de uma atividade garante a aposentadoria especial?

Ainda assim, o segurado não obtém a aposentadoria especial apenas baseado no grau de risco da atividade, mas sim pela exposição comprovada a agentes nocivos à saúde ou à integridade física durante o período mínimo exigido para cada categoria de aposentadoria especial (15, 20 ou 25 anos).

Entretanto, geralmente, contribuintes em atividades com grau de risco médio ou máximo possuem maior probabilidade de obter essa modalidade e aposentadoria.

Como a legislação previdenciária estabelece critérios específicos para cada tipo de agente nocivo (físico, químico ou biológico). Da mesma forma ocorre com as condições de trabalho que ensejam a concessão da aposentadoria especial.

Por conseguinte, é fundamental que o segurado comprove a exposição efetiva e habitual aos tais agentes nocivos. Essa prova é feita através de documentos como o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) e o Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho (LTCAT).

 

A carência na aposentadoria especial

Embora pareça insignificante, esse aspecto merece atenção, para que o  trabalhador consiga ter acesso ao benefício almejado. Atualmente, a carência para a aposentadoria especial é de 180 contribuições mensais, ou seja, são 15 anos de contribuição.

Juntamente com a comprovação da atividade especial em condições de exposição a agentes nocivos, esse é um dos requisitos fundamentais para a obtenção da aposentadoria especial.

 

Classificação dos agentes nocivos à saúde

é o fim da aposentadoria especial - trabalhador produtos perigosos

A legislação brasileira classifica os agentes nocivos à saúde em físicos e químicos, além de químicos quantitativos e qualitativos. Em função de sua especificidade, vamos abordar esse grupos brevemente nos próximos parágrafos.

 

Agentes físicos nocivos à saúde

Em primeiro lugar, agentes físicos correspondem a um elemento ou condição do ambiente de trabalho que pode causar danos à saúde ou à integridade física do trabalhador quando exposto de forma habitual e permanente.

Portanto, esses agentes abrangem diversos fatores físicos presentes no ambiente laboral, como ruído excessivo, vibrações mecânicas, radiações ionizantes, calor ou frio extremos e pressões anormais.

Consequentemente, a exposição a esse tipo de agentes pode levar ao desenvolvimento de doenças ocupacionais, distúrbios ou lesões específicas, dependendo da natureza e intensidade do agente nocivo e do tempo de exposição.

 

Agentes químicos nocivos à saúde

Por outro lado, um agente químico nocivo à saúde é uma substância ou composto químico presente no ambiente de trabalho.

Nesse contexto, ao ser inalado, ingerido ou absorvido pela pele, esse produto pode causar danos à saúde ou à integridade física do trabalhador.

Assim, os agentes químicos nocivos abrangem uma ampla gama de produtos químicos, como solventes, gases, poeiras, fumos metálicos, vapores orgânicos e outras substâncias tóxicas.

Esses, por sua vez, podem provocar doenças ocupacionais, intoxicações, alergias e irritações, dependendo da natureza, concentração e tempo de exposição ao agente.

 

Agentes químicos quantitativos

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No que se refere a agentes químicos quantitativos, trata-se de substâncias ou compostos químicos presentes no ambiente de trabalho, cujos efeitos nocivos à saúde do trabalhador estão relacionados à concentração e ao tempo de exposição a esses agentes.

Logo, os riscos associados aos agentes químicos quantitativos dependem da quantidade da substância no ambiente e da duração do contato com o trabalhador.

Eles abrangem poeiras, gases, fumos, vapores e outros produtos químicos, cujos limites de tolerância são estabelecidos por órgãos reguladores e normas técnicas, como as da Fundacentro no Brasil.

 

Agentes químicos qualitativos

Por outro lado, agentes químicos qualitativos são substâncias ou compostos químicos presentes no ambiente de trabalho, cujos efeitos nocivos à saúde do trabalhador estão relacionados à natureza intrínseca do agente, independentemente da concentração ou do tempo de exposição.

Nesse caso, os riscos à saúde estão associados à simples presença da substância, e não necessariamente à sua quantidade no ambiente laboral.

Esses agentes podem incluir substâncias altamente tóxicas, carcinogênicas, mutagênicas ou teratogênicas, cuja exposição, mesmo em níveis baixos, pode representar um risco significativo à saúde do trabalhador.

 

Quem pode obter a aposentadoria especial?

No Brasil, trabalhadores expostos a agentes nocivos à saúde ou à integridade física, independentemente da profissão podem obter a aposentadoria especial.

Entretanto, algumas categorias como mineiros, metalúrgicos, químicos, enfermeiros, radiologistas, dentistas, soldadores, trabalhadores da construção civil, operadores de caldeira, bombeiros, eletricistas etc.  conseguem obtê-la mais facilmente.

Portanto, qualquer trabalhador que comprove, com documentos adequados,  a exposição a agentes físicos, químicos ou biológicos nocivos de forma habitual e permanente, pode obter a aposentadoria especial.

 

Quais são documentos precisam ser apresentados à aposentadoria especial?

Os documentos normalmente utilizados nesse processo são:

  • O Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP);
  • O Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho (LTCAT).

 

O PPP é um formulário preenchido pela empresa que contém informações detalhadas sobre as condições de trabalho do profissional e sua exposição a agentes nocivos, além de dados sobre a monitoração biológica e os exames médicos do trabalhador.

Por outro lado, o LTCAT é um documento técnico elaborado por profissional habilitado. Nesse registro o profissional avalia e descreve as condições ambientais e os riscos ocupacionais presentes no local de trabalho.

Além desses documentos, o trabalhador também pode usar registros como:

  • O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA);
  • O Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO);
  • A Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT).

 

Esses documentos são menos comuns e podem exigir maior análise por parte do INSS ou da Justiça, mas o trabalhador por usá-los para comprovar a atividade especial.

 

Regras antigas da aposentadoria especial

Antes da reforma da Previdência de 2019, o INSS concedia a aposentadoria especial com base no tempo de contribuição e na comprovação da exposição a agentes nocivos à saúde ou à integridade física do trabalhador.

Conforme o grau de nocividade dos agentes, o trabalhador podia obter a aposentadoria após 15, 20 ou 25 anos de contribuição.

Pelas regras antigas, o INSS não exigia idade mínima do trabalhador para conceder a aposentadoria e o valor do benefício era calculado com base em 80% das maiores contribuições, vertidas desde julho de 1994, excluindo-se as 20% menores.

Dessa forma, o valor da aposentadoria especial correspondia a 100% do salário de benefício, sem a aplicação do fator previdenciário.

 

Novas antigas da aposentadoria especial

A partir da reforma da Previdência de 2019, os critérios para concessão da aposentadoria especial sofreram grandes mudanças.

O INSS ainda aplica os requisitos de tempo de contribuição em condições especiais (15, 20 ou 25 anos, conforme o grau de nocividade dos agentes) e exige a comprovação de exposição a agentes nocivos à saúde ou à integridade física.

No entanto, a reforma introduziu a exigência de uma idade mínima para a concessão do benefício: 55 anos para atividades com 15 anos de contribuição, 58 anos para atividades com 20 anos de contribuição e 60 anos para atividades com 25 anos de contribuição.

Além disso, o cálculo do valor da aposentadoria especial foi alterado. Agora o valor corresponde a 60% do salário de benefício, acrescido de 2% para cada ano de contribuição que exceder o tempo mínimo de contribuição em cada categoria.

 

A conversão do tempo de atividade especial em tempo comum antes da reforma

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Também antes da Reforma da Previdência de 2019, o trabalhador podia converter o tempo de atividade especial em tempo comum.

Com conversão o trabalhador podia somar o tempo exercido em atividade especial, após aplicação de um fator de conversão, ao tempo trabalhado em atividade comum.

Isso facilitava preencher os requisitos necessários para a aposentadoria por tempo de contribuição.

Os fatores de conversão variavam conforme o grau de exposição aos agentes nocivos e o gênero do trabalhador.

Por exemplo, um homem que trabalhasse 20 anos em atividade especial, com a exigência de 25 anos de contribuição para aposentadoria especial, poderia converter esse tempo em 28 anos de atividade comum (20 x 1,4 = 28).

E o mais importante é que essa conversão não alterava o valor do benefício, mas permitia ao trabalhador requerer a aposentadoria por tempo de contribuição comum, sem a necessidade de cumprir o tempo integral em atividade especial.

 

A conversão do tempo de atividade especial em tempo comum após a reforma

Atualmente ainda é possível solicitar a conversão de tempo especial em comum, mas apenas para períodos anteriores à Reforma da Previdência de 2019.

Desde a Reforma, o INSS converte o tempo de atividade especial em tempo comum sem aplicar qualquer multiplicador.

Assim o trabalhador ainda pode somar o tempo de atividade especial ao tempo de atividade comum para atingir os requisitos necessários à aposentadoria por idade.

No entanto, agora as regras são mais restritivas e sem os benefícios da legislação anterior à reforma.

 

As regras antigas da aposentadoria especial não valem mais?

Ainda assim, é possível conseguir a aposentadoria especial pelas regras antigas, em caso de direito adquirido, ou seja, quando o trabalhador cumpriu todos os requisitos para a concessão do benefício antes da entrada em vigor da Reforma da Previdência de 2019.

Nesses casos, o direito à aposentadoria especial com base nas regras anteriores à reforma é respeitado, e o trabalhador não é afetado pelas mudanças trazidas pela nova legislação.

 

Como posso solicitar a aposentadoria especial?

Para solicitar a aposentadoria especial, o trabalhador deve primeiramente reunir a documentação necessária, conforme mencionado anteriormente.

Em seguida, ele pode fazer o pedido diretamente ao INSS através da plataforma digital “Meu INSS“, na internet ou aplicativo.

Nessas plataformas, o trabalhador deve acessar a opção “Aposentadoria Especial” e seguir os passos indicados para preencher e enviar o requerimento.

O trabalhador precisa ficar atento aos prazos e orientações do INSS.

Se a autarquia negar o pedido, o trabalhador pode recorrer administrativamente, solicitando a revisão da decisão.

Caso prefira, também pode ingressar com um processo previdenciário na justiça para garantir seu direito à aposentadoria especial.

 

Como ficou a questão da idade mínima na aposentadoria especial?

No dia 17 de março, o STF iniciou o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade 6309, proposta pela Confederação Nacional dos Trabalhadores da Indústria.

Nessa ação, o Supremo está julgando a aplicação da idade mínima nas aposentadorias especiais.

O relator, Ministro Roberto Barroso, manifestou-se pela constitucionalidade e consequente manutenção da idade mínima.

Se a maioria dos ministros seguir o relator e confirmar esse posicionamento, pode-se dizer que a aposentadoria especial não existirá mais, pois os trabalhadores estarão sujeitos à idade mínimo, mesmo se tiverem trabalhado em atividades perigosas ou insalubres.

 

Conclusão

A aposentadoria especial é um benefício concedido aos trabalhadores que exercem atividades em condições prejudiciais à saúde ou à integridade física.

Antes da reforma, era possível se aposentar com 15, 20 ou 25 anos de contribuição, dependendo do grau de exposição ao risco.

Entretanto, após a reforma, a aposentadoria especial passou a exigir idade mínima e um período adicional de contribuição, que foram estabelecidos na regra de transição.

A exigência da idade mínima está em discussão no STF e representa uma grande perda aos segurados.

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Sobre nós

Osmar Gebauer é advogado inscrito na OAB/SP sob o nº 337.952. É profissional multidisciplinar, possui uma trajetória pessoal, acadêmica e profissional muito diversificada e repleta de experiências em várias áreas, permitindo-lhe entender seus clientes e encontrar soluções bem ajustadas as suas demandas.

Sua atuação profissional é marcada por uma visão integrada do Direito, levando-o a trabalhar de forma colaborativa com escritórios nacionais e alemães, estabelecendo parcerias estratégicas que lhe permitem desenvolver soluções inovadoras e eficazes para seus clientes.

Além de sua atuação como advogado, também teve uma experiência enriquecedora como professor do Studienkolleg Hamburg da Universidade de Hamburgo, onde pode ampliar seus horizontes culturais e acadêmicos.

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